Conosco não foi diferente de tantos relacionamentos, começamos movidos pela curiosidade, pela atração, pelo novo que um e outro dispõe. O nosso primeiro encontro foi tímido, estranho, éramos realmente, desconhecidos, no entanto, começamos. Ainda ficamos bobos, porque não perdemos a magia do primeiro encontro. Do primeiro toque. Dos motivos que nos uniram. Quando percebo que todo concorre contra o nosso relacionamento me refugio nos princípios dele, entrego-me aos seus comandos. Isso mesmo, eu gosto de ser conduzida, não que eu não tenha pulso, mas, ele sabe me levar. É como se houvesse uma melodia a conduzir os nossos passos. E por ele, somente por ele, recomeço sempre. A regra de ouro é estar vivos. Não somos sujeitos das nossas vontades, somos a nossa própria vontade. Sentimos atração pelo jeito particular um do outro. Não mudamos para nos aceitar. Somos o que somos, porém, dispostos a ser mais. Dispostos a não ter limites. Seguimos paralelos como dois seres livres, mas d...