M. Crisóstomo
| Foto: Maryellen Crisóstomo (Rio-Niterói) |
O sabores que diluem e emanam do vazio.
Quando escrever é mais que uma arte e se torna uma necessidade, uma fuga do Ser, do Sentir.
A rebeldia do existir, o exílio da alma e da calma. A serenidade em devaneio de leve, bem leve.
Por vezes completamente, outras, tormenta.
Sutilmente, ou, num esforço súbito, talvez bastasse respirar, apenas respirar um pouco.
As palavras sem nexo substituem os vazios da página e abrem lacunas no magma do Ser.
Um arrepio, a razão, o medo, o desejo e o inevitável: o esquecimento.
Comentários
Postar um comentário