M. Crisóstomo
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Não importa para onde tu vais ou por quanto tempo demores.
Importa que o teu regresso seja impulsionado pela saudade.
Saudade do riso fácil, ora discreto, ora sem reservas.
Saudade do beijo esperado ou roubado, mas, todos com
cumplicidade.
Saudade do banho demorado, de dividir o chuveiro, o espelho e do abraço sob a água que cai.
Saudade de compartilhar a cama, o travesseiro e o cobertor.
Saudade de ouvir a respiração ofegante e o coração
acelerado, de sentir o abraço que acolhe, protege e dignifica cada instante.
Volta para tomarmos café,
para pedirmos pizza no meio da noite,
para conversamos sobre o lançamento da sequência do livro,
do filme, do novo CD daquela banda que tanto gostamos.
Volta pra eu te contar como foi o meu dia e para me contar
como foi o teu dia.
Volta pra eu te olhar nos olhos e abraçar-te em seguida.
Volta quando sentires saudades para que cada momento seja
igualmente único.
Volta, se lhe for permitido.

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