No frenesi dos seus abraços me perco na emoção dos seus pensamentos
Que me conhecem, surpreendem-me e encontram-me.
Tu e tuas manias bobas de sumir e aparecer tão de repente quanto a velocidade da luz.
Teu sorriso encantador que modula o timbre da sua voz calma
Que desaparece na penumbra da noite quando novamente tu partes.
Pela primeira vez vejo em tuas despedidas os moldes de um adeus.
Abro os olhos e me perco na sua ausência definitiva e afaga-me os estalares das suas escolhas.
Em cada olhar que guardo ofuscam-me as lembranças, boas lembranças.
Se tem que ser assim, que seja.
E sejamos felizes.
Livres como sempre, longe.
Bendito seja o dia em que nos conhecemos.
Bendita seja a hora em que nos amamos.
Bendito seja o momento em que nos despedimos.
E partimos e nos olhamos e nos abraçamos, pela última vez.
Somos Felizes porque nos conhecemos.
Que esse adeus não seja para sempre
E que a última vez seja um eterno reencontro.
Maryellen Crisóstomo
Que me conhecem, surpreendem-me e encontram-me.
Tu e tuas manias bobas de sumir e aparecer tão de repente quanto a velocidade da luz.
Teu sorriso encantador que modula o timbre da sua voz calma
Que desaparece na penumbra da noite quando novamente tu partes.
Pela primeira vez vejo em tuas despedidas os moldes de um adeus.
Abro os olhos e me perco na sua ausência definitiva e afaga-me os estalares das suas escolhas.
Em cada olhar que guardo ofuscam-me as lembranças, boas lembranças.
Se tem que ser assim, que seja.
E sejamos felizes.
Livres como sempre, longe.
Bendito seja o dia em que nos conhecemos.
Bendita seja a hora em que nos amamos.
Bendito seja o momento em que nos despedimos.
E partimos e nos olhamos e nos abraçamos, pela última vez.
Somos Felizes porque nos conhecemos.
Que esse adeus não seja para sempre
E que a última vez seja um eterno reencontro.
Maryellen Crisóstomo
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