É um sentimento que brotou da convivência, dos desafios diários e dos contrários que há em nós, mas que inquestionavelmente nos completa, nos une e nos separa. Nunca me senti anulada pelo fato de muitas vezes ter que escolhê-lo. As minhas decisões com relação a nós, sempre foram muito espontâneas, embora, às vezes, me sinto só. Nunca o culpei, pois entendo que a distancia faz parte do que jogo que estabelecemos entre nós. Sei que nem sempre estaremos completamente disponíveis um para o outro.
Não faz muito tempo que nos conhecemos e o que sentimos um pelo outro, é uma afinidade sem explicação. Conosco não foi diferente de tantos relacionamentos, começamos movidos pela curiosidade, pela atração, pelo novo que um e outro dispõe. O nosso primeiro encontro foi tímido, estranho, éramos realmente, desconhecidos, no entanto, começamos. E ainda estamos nos descobrindo, muitas vezes sentíamos medo e, ainda sentimos. Ora nos sentimos atraídos, ora, receosos. Ainda ficamos bobos, porque não perdemos a magia do primeiro encontro. Do primeiro toque. Dos motivos que nos uniram.
Maryellen Crisóstomo
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